Mostrando postagens com marcador devianArt. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador devianArt. Mostrar todas as postagens

domingo, maio 20, 2012

A viagem dos sonhos em 2012





Ano passado não viajei nas férias, estava exausta, não tinha companhia pra ir pra qualquer lugar,enfim, fiquei em casa torrando naquele calorão que fez no mês de outubro ou seria setembro? não lembro. 
Fiquei morgando aqui no meu cafofo(meu cantinho particular) curtindo do ócio.
Sou muito a favor de curtir o ócio.
A religião ocidental colocou na nossa cabeça que ficar a toa não presta, é pecado. O capitalismo completa: tempo é dinheiro, etc. Enfim a maioria das pessoas apregoa que ficar sem fazer nada é muito ruim.


Mas eu, do alto do meu atrevimento discordo totalmente.

Ficar a toa é bom, é bótimo. Você fica ali paradinho descansando o corpo e a cabeça e derrepente lá vem alguma ótima ideia que você não teria se estivesse muito ocupado.
Como diriam os mais sábios: é o ócio criativo.

Desse morgue do ano passado surgiram duas idéias pra lá de produtivas.
Primeiro resolvi dedicar a última semana para estudar e fazer a prova CPA20, considerada bicho papão no meu trabalho, mas útil no caso de querer dar um up grade na carreira. 
Como estudar assuntos relacionado a finanças e bolsa de valores não é uma coisa empolgante e a tal prova era muito difícil decidi que já que eu esta sem fazer nada ... aquela era a hora, ou ela nunca chegaria. 




Fazer coisas chatas, só se eu estiver morta de tédio. É um truque esperto pra aproveitar meus ataques de tédio.
Segundo, fiquei lembrando da Europa e de como eu tinha me divertido por lá com papá e joguei a isca: papys querido que tal no ano que vem a gente ir visitar a terra do seus avós, Clery e de quebra ir para a Irlanda que é um lugar que eu sempre desejei conhecer?





A pate da França foi fácil, lógico ele estava louco pra ir pra lá.
A Irlanda já era um caso diferente.
Irlanda? o que tem lá de especial, vamos pra Roma, lá eu tenho um amigo...., aliás ele tem um amigo em tudo que é lugar do mundo, rsrs, pessoa muito abençoada pela simpatia esse meu pai.

Aí eu tive que forçar, só vou se formos para Irlanda, afinal não se sabe se voltaremos a Europa outra vez, eu quero e faço bico, Irlanda ou nada.
Aproveitando-me do desespero do velhinho de ir para Clery, acabei vencendo e mais, acabei planejando a viajem toda.

Meu pai é um viajante descolado, já visitou o velho continente mas de dez vezes, tem amigo em tudo que é lugar.... mas é extremamente desorganizado.
Aí o que acontece é que: fazer uma viajem longa e por conta própria é que ela pode ficar mais cara do que você imagina e também pouco proveitosa.
Munida de todas as ferramentas que o Santo Google nos dá, comecei a fazer o planejamento dia a dia, fazer as reservas, comprar as passagens, tudo cuidadosamente planejado pra aproveitarmos ao máximo nossos dias de viagem e não desperdiçarmos passagens a toa.
Então de umas férias bobas e sem nada pra fazer, surgiu um planejamento de quase um ano, contactando amigos, montando cronogramas, pedindo pro chefe liberar as férias no dia certo.
Isso sim é que é plano! serão cinco semanas de viagem, mas que está rendendo ano a fora.
Toda vez que dá tédio, penso nela, toda vez que fico puta no trabalho(quase todos os dias, rsrs) eu penso nela.
Meu pai também ficou muito empolgado contactando os amigos, fazendo planos, liga aqui e dalí e a tal viagem rende assunto pras nós dois o ano inteiro.
Dia 24 começa contagem regressiva... faltam 90 dias.
Parece muito, mas passa voando.
Resolvi fazer um fotolog da viagem, já que me voy munida de todos gadguets nerds dos sonhos, e mandar uma foto de vez enquando é mais fácil do que ficar escrevendo, já que provavelmente não vou ter tempo de ficar escrevendo muito.
No roteiro consta:
1º : Munique e região da Bavária;
2° : Irlanda saindo da França de vapor(ui ui que medinho, nunca andei de navio);
3° : Paris 3 dias, Albertville e Clery (região dos alpes franceses);
4º  : Milão, Verona, Pádova e Veneza;
5º: De volta a Munique a pedido de Paul que fica muito feliz com nossa presença por lá. Ele costuma me levar pra algum lugar especial, então poderemos ter surpresas, delícia!;
6º: Porto, talvez Lisboa, e por último a Galícia- São Tiago de Compostela.
É um roteiro apertado e talvez dê uma canseira daquelas, mas eu já descansei  bastante o ano passado e esse ano tenho que gastar a energia economizada.
Mesmo com tanto planejamento compramos dias demais de Europass, fazer o que, mas voltar para Munique será ótimo.
Roma ficou pra trás outra vez, mas a Irlanda venceu!
Nada melhor do que um  projeto de longo prazo pra motivar pessoas entediadas e estressadas, hehe.







domingo, abril 17, 2011

Carpe diem


Vida Simples

Carpe diem


Por que essa expressão tão difundida no decorrer dos séculos nunca foi tão importante para sua vida quanto nos dias de hoje


*texto Juliana Sayur i(editado e retirado da revista Vida Simples da editora Abril)


Quebrar o caramelo queimado do crème brûlée com uma colher, lançar pequenas pedras a quicar como singelas notas musicais na correnteza do rio, espiar discretamente as delicadas obras de arte do vizinho pela janela.


Essas cenas triviais passariam invisíveis ao frenesi cotidiano de muita gente, mas estrelam diversos momentos líricos dos petits plaisirs de uma jovem garçonete em Paris. 


Assim, deslizar as mãos em um rústico saco de feijão seria quase tocar o pote de ouro no fim do arco-íris.
 Ao menos para a doce francesinha do clássico contemporâneo O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Nas suas peripécias diárias para tornar a vida dos amigos mais alegre, Amélie nos faz um convite para aproveitar o dia.


O poeta latino clássico Quinto Horácio Flaco escreveu os célebres versos: “Melhor é aceitar! E venha o que vier! Quer Júpiter te dê ainda muitos invernos, quer seja o derradeiro este que ora desfaz nos rochedos hostis ondas do mar Tirreno, vive com sensatez destilando o teu vinho e, como a vida é breve, encurta a longa esperança.
De inveja o tempo voa enquanto nós falamos: trata, pois, de colher o dia, o dia de hoje, que nunca o de amanhã merece confiança”.

O poema que ficaria cristalizado o termo carpe diem, ou “aproveite o dia”, em bom português – uma espécie de expressão-filosofia que valoriza as trivialidades fascinantes de uma vida simples

“Vive sem esperar pelo dia que vem; Colhe hoje, desde já, as rosas da vida”.
 Ao longo dos séculos, o carpe diem se tornou um mantra, ainda mais difundido na nossa sociedade contemporânea, tão abarrotada de afazeres e sem tempo para esses pequenos prazeres de se viver o hoje.

Fruir para não fluir

À revelia das pressões modernas, com o isolamento de uma sociedade consumista, workaholic e ensimesmada nas metrópoles cinzas, ainda há espaço para um espírito de fruição da vida, de abertura às gratificações do efêmero: uma caminhada sem destino, o pastel na feira, a cerveja com um velho amigo na happy hour, as cores únicas do céu no pôr do sol...

 “Afinal, a vida é algo que se gasta, que se esvai, que flui. Nesse sentido, é puramente sensorial. O próprio permitir-se a não pensar é um ‘colher o dia’ valiosíssimo”, diz. Uma questão intrínseca ao carpe diem é a bela e angustiante transitoriedade da vida.

 A cultura ocidental, com a assimilação da cultura judaico-cristã, impôs a ideia de que para se conquistar uma felicidade além-túmulo é preciso renunciar aos impulsos dos desejos carnais e das satisfações fugazes: “Diria que tal renúncia não deixa de ser uma renúncia à própria vida, à própria existência humana”.

Diante de nossas incertezas, há uma certeza inelutável: a vida é finita, dissipando-se diante de nossos olhos a cada milésimo de segundo. 

Assim, ninguém poderia ser feliz para sempre, pois justamente o “para sempre” é inatingível. Os dias passam, as pessoas passam, as histórias passam. “Mas talvez a beleza da vida possa residir precisamente nisso.






Por mais que isso também seja para muitos uma fonte de angústia.

 Assim, o carpe diem pode ter um fundo transformador muito positivo. 
Estar tomado pela convicção da fugacidade da vida pode ser um convite a vivermos mais e melhor, à experiência de estar aqui".

Hoje, ontem e amanhã

Não se pode viver nem só direcionado ao futuro, nem ancorado no passado.” 
“Felicidade é um instante de vibração vital. Não é um estado.” 


Portanto, viver “intensamente” pode corresponder à construção desses pequenos momentos especiais, que fazem a vida valer a pena.

Em um mundo onde há restrições por todos os lados – o cotidiano maçante da jornada de trabalho, as azucrinantes pressões das contas a pagar, o açúcar e o álcool como vilões das dietas saudáveis impulsionando a busca pelo corpo perfeito etc. –, por que apenas não nos permitimos mais?

 Por que não nos damos o prazer de uma generosa fatia de bolo de chocolate? Só porque isso pode nos render uns quilos a mais? 

A verdade é que é difícil viver sem a perspectiva de um amanhã, de se romper a constatação de que o bolo de hoje pode acarretar um peso maior na balança. 

“Acontece que o amanhã existe, como sabe todo mundo que já acordou de ressaca”.
Portanto, pensando no amanhã, deixamos de viver plenamente o hoje. Ou: até quando nos entregamos ao hoje, não o fazemos efetivamente, por covardia ou por simples abnegação.

Doses diárias

Discordâncias éticas, filosóficas e metafísicas à parte, a questão é que os pequenos prazeres devem ser considerados presentes para o presente. Sem violar a cartilha dos bons costumes dos moralistas, todos podem se deleitar com pequenas aventuras cotidianas, os breves instantes em que nos entregamos ao momento.


Mais do que uma filosofia de vida, o carpe diem pode ser uma inspiração, um convite para as coisas que acontecem com a gente agora, se entregando ao prazer que elas proporcionam.

Conversar com um amigo, de preferência no fim da tarde, já é um motivo para sorrir, assim como perambular pelas ruas da cidade.

 Os pequenos prazeres de ouvir música, ler um bom livro ou ficar sem fazer nada.
 Assim, bons vivants de diversos estilos se deliciam com pequenos prazeres de toda sorte, quando os momentos absolutamente triviais se tornam especiais.

 A ideia de que hoje pode ser o último dia de nossas vidas tende a ser angustiante, mas também pode ser libertadora à medida que nos convida a degustar nossas pequenas doses diárias de felicidade.

Duas emoções básicas movem o comportamento humano: o medo da dor e o prazer.
E elas também alicerçam o nosso desejo de controlar. "Queremos manipular por medo de que as coisas fujam do nosso controle e nos causem sofrimento. 

É medo da dor, insegurança. O que não percebemos é que esse desejo nos aflige tanto ou mais do que o sofrimento que teríamos se deixássemos as coisas tomarem seu próprio rumo".

O controle exacerbado pode estar ancorado no medo. 
Mas não só. 
O controle também tinha a ver com o prazer quase erótico em exercer poder.


 E alguém que domina e controla uma situação pode obter muita satisfação com isso. O poder também dá uma sensação de segurança, que distancia a pessoa do medo de experimentar dor.


Alguma coisa está fora da ordem


Alimentamos a ideia de que podemos controlar tudo em nossas vidas. Nada mais enganoso. E isso vale inclusive para aqueles que acreditam ter na mão as rédeas da situação. Afinal, será que existe destino?


*texto  Liane Alves (editado e retirado da revista Vida Simples da editora Abril)

A questão é que essa sensação que nos alivia se baseia numa formidável ilusão: a de que realmente conseguimos controlar a vida. Feliz ou infelizmente, porém, a existência se revela bem mais indomável e resistente do que podemos imaginar.
Fúria de titãs
O desejo de controlar a própria existência levanta muitas perguntas de caráter universal:

Será que existe destino? 
Como funciona a lei do carma? 
Tudo está predeterminado desde o início?
Temos mão no jogo da vida ou ela já foi escrita nas estrelas?


O filme A Fúria dos Titãs, um clássico das sessões da tarde na televisão, traduz em imagens uma das possíveis respostas a essas perguntas.

 Em determinados momentos da fita, os deuses do Olimpo, que assistem de cima à trama que se trava lá embaixo na Terra, simplesmente dão sumiço, substituem ou mudam de lugar determinado personagem, como se se divertissem com um enorme jogo de xadrez. 

Ora ajudam o herói com suas benesses e presentes, ora o atrapalham com monstros e titãs. 

O princípio do jogo é aparentemente benévolo: tudo é feito para que ele possa aprender com os obstáculos e fazer seu caminho com o reconhecimento de que pouco pode fazer sem a ajuda divina. Isto é, mostra que as grandes questões existenciais que têm a ver com o desenvolvimento de sua consciência estão fora do seu controle. Ponto.

Provavelmente não dependemos de deuses barbudos que jogam xadrez no universo. 

Mas é possível que estejamos sob o jugo de forças e leis capazes de tirar o controle de nossas mãos, especialmente quando não as conhecemos direito.

Diz o professor e matemático norte-americano Leonard Mlodinow, que escreveu um livro, O Andar do Bêbado, onde analisa algumas das possíveis leis pouco conhecidas que atuam na nossa vida, como a da aleatoriedade.

Ele diz, por exemplo, que o acaso tem um importantíssimo papel em nossa existência.
E que é falta de bom senso querer eliminá-lo.

Se enrijecemos no controle, se engessamos a existência na maneira como achamos que as coisas devem acontecer, diminuímos as chances da aleatoriedade, ou o acaso, se manifestar - uma perda verdadeiramente lastimável, de acordo com Mlodinow.

 Algumas pessoas reconhecem isso intuitivamente.


 "Acho que o universo é bem mais criativo do que eu.

1000imagens.com
Planejo, organizo, faço cálculos e previsões, mas, se observo uma mudança de rumo, não a descarto imediatamente. Primeiro vejo se o quadro geral pode se beneficiar com ela.

O engraçado é que na maioria dos casos a interferência se revela positiva".

"Mesmo se considerarmos que a chance de esse imprevisto ou mudança ser favorável seja apenas de meio a meio, ainda assim teremos 50% de possibilidade de que essa interferência seja benéfica, o que é um índice bem alto. Um controlador exacerbado jamais admitiria isso."

Outra lei que é a maior casca de banana em nossos desejos de manipulação é a polêmica Lei de Murphy.

Pode anotar no seu caderninho: quando o controle é excessivo, o tiro sai pela culatra.

Pois é. Perdemos a sabedoria de que existe o momento de assumir responsabilidades, planejar, organizar e realizar. 

Mas que também pode haver outros para soltar as rédeas, relaxar, criar e aprender com o que se apresenta. 

E que é saudável ter essa possibilidade bem presente e viva nas nossas escolhas e decisões. Let it be, deixe acontecer.

Pelo menos de vez em quando, claro.


domingo, março 27, 2011

Curta Animação

Todo mundo quer ir para o Céu 
mas ninguém quer morrer...ou quer?



O lado hilário de morrer

Animação Francesa com legendas em inglês, mas se você não manja nem uma língua nem outra, não se intimide as imagens falam por sí.
Divirta-se!





Momento mãe coruja

Me agüenta, vai... 
Outro dia postei a foto do Milk meu novo filhote.
Não seria justo deixar de postar uma do Pixel, meu novo Novo filhote!
É... eu sou louca por gatos mesmo =^..^=

Milk

























Pixel






Carinho

                                                                            by~ kaptor



Um amigo sabendo da minha paixão por gatos e devidamente capacitado em design de marcas criou essa aqui pra mim. 
Eu coloquei no blog mas não  lhe prestei os devidos agradecimentos aqui.
Obrigada coração, eu adorei!


domingo, dezembro 05, 2010

Sobre o Medo



O medo é um dos sentimentos mais vicerais do ser humano.
Sem ele provavelmente não teríamos sobrevivido ao caos do início da experiência humana na Terra. 
Muitos perigos nos cercavam e ele tanto nos protegeu quanto apavorou.

Hoje, a luta pela sobrevivência dá-se mais no plano intelectual, mental do que propriamente físico. 
Não temos mais que temer sai ao anoitecer, não tememos animais escondidos por detrás de moitas aguardando a hora de nos abocanhar, rsrs.
De qualquer forma, o medo ainda existe.
Hoje quem nos abocanha são pensamentos, pressão, stress.







Eles, mais do que qualquer perigo físico, causam pânico em nossos neurônios bombardeados por necessidades incessantes de agradar, ser aceito, ser bem sucedido, etc.
 
A obra literária de  Frank Patrick Herbert  Duna trata do tema de forma excepcional "em uma história que explora as complexas interações entre política, religião, ecologia, tecnologia e emoções humanas" entre elas a maior de todas as emoções, talvez maior até mesmo que o amor, o Medo.

Deixo aqui versos dessa maravilhosa obra de ficção científica para reflexão.
São versos que decorei e uso como um mantra quando estou em uma situação mental de pânico ou extrema angústia.
Pra mim funciona, se quiser testar, lá vai:



duna editora aleph outracoisa 550x263 Duna, de Frank Herbert   pela Editora Aleph



" Eu não terei medo
  O medo é o assassino da mente
  O medo é a morte pequena que traz a obliteração
  Enfrentarei meu medo
  Não permitirei que ele passe por mim ou através de mim
  E quando ele se for, 
  voltarei minha visão interna para olhar sua trilha
  Por onde o medo passou nada restou
  Apenas Eu permaneço "


Além da obra literária composta por seis Livros escritos entre 1969 a 1985, a obra ganhou uma adaptação para o cinema em 1984, por David Lynch .
Pra quem gosta de Ficção Científica, Filosofia das Religiões, Ecologia e Psicologia, são obras imperdíveis tanto o filme quanto os livros.


andrea.gaia



 Duna - o Filme



Duna - Obra Literária




Duna
A Historia de um Estranho Planeta Que, em Meio de Intrigas Politicas e Religiosas, se Defronta com Problemas Ecologicos Provocados Pela Escassez de Agua em sua Superficie.


O Messias de Duna
Segundo volume da série iniciada por Duna, esta narrativa se concentra no plano psicológico. Paul Atreides, o messias, é atormentado por dúvidas e visões, submetido à chantagem dos que dele querem arrancar concessões políticas em troca da ressurreição de sua amada, e vê no futuro a morte dos filhos e a loucura sanguinária da Jihad - a guerra santa em nome da qual se mata e destrói.


Os Filhos de Duna
No Livro, Terceiro Volume da Trilogia de Duna e um dos Cinco ja Publicados na Saga Galatica do Autor, o Planeta Deserto Comeca a Transformar-se num Oasis de Vegetacao Luxuriante. os Gemeos Reais, Agora com Nove Anos, Estao Sendo Criados Como Messias.


O Imperador-deus de Duna
Acompanhando os diários de Leto II, imperador-deus de Duna e filho de Paul Muad´Dib, assistimos às dis****s militares, políticas e religiosas que marcaram a sua época. Leto é, acima de tudo, obcecado pela idéia de divindade ou domínio do tempo. Sua verdadeira e decisiva batalha é travada no campo da consciência e da persuasão; e ele deve escolher entre comandar o futuro e o passado por meio do fogo ou da palavra.


Os Hereges de Duna
Dando continuidade à grande saga de Duna, neste quinto livro, Frank Herbert traz para o centro da cena a irmandade Bene Gesserit, que exerce estranhos poderes sobre os seres humanos. Utilizando-se destes poderes para solucionar problemas de ordem política e religiosa e na sua luta pelo poder, a irmandade cria uma série de conflitos que se desenrolam em meio ao caos e à fome de um planeta árido.


As Herdeiras de Duna
Sexto e último volume da série Duna, é a história da irmandade de mulheres conhecida como Bene Gesserit, que herdou o poder no planeta Duna, tornando-o sua sede. Depois de colonizar um mundo verdejante, a irmandade está transformando o planeta em um imenso deserto, onde se desenvolvem vermes imprescindíveis para a fabricação de mélange, especiaria que prolonga a vida e acentua os poderes psíquicos das mulheres do grupo.


Aliás, com a ajuda do Photoshop até uma coisinha linda e meiga como a minha Pucca pode se transformar em uma criatura medonha e assustadora !

 Copyright  by ©andrea.gaia_2008  All rights reserved

quinta-feira, junho 24, 2010

Woo


Woo!

Composição: John Ulhoa

Faça algo mágico e faça agora
Ahaaa
Faça isso rápido e sem demora
Ahaaa
Siga a sua lógica indo embora
Ahaaa
Faça algo cínico e dê o fora
Ahaaa
Quando algo sai do seu controle
o mundo volta a respirar

A confusão pode ser doce
A perfeição pode matar....ah.....

Sinta seu espírito ir à forra
Ahaaa
Tranque esse cubículo por fora
Ahaaa
Veja como é ótimo, não tenha medo
Ahaaa
Conte o seu angélico segredo
Ahaaa

Quando algo sai do seu controle
o mundo volta a respirar

A confusão pode ser doce
A perfeição pode matar...ah...

Woo!





Jump



by ~Julia133






by ~Neneisme





by ~noranoir




by ~colormerin



by ~mont-martre




by ~eMka7





by ~ldinami7e