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domingo, agosto 05, 2012

Gaia- o meu grande amor - TERRA



CUIDE


"De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento. 


Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento"
Vinicius de Moraes




Entenda

Muitas pessoas hoje associam a Teoria de Gaia  com a Nova Era, temas pagãos ou paranormais. Na verdade, quando foi proposto pela primeira vez Gaia não tinha nenhuma dessas associações. Era - e ainda é - uma teoria popular respeitável.
James Lovelock

O cientista mais associado com a Teoria Gaia é James Lovelock. Ele expôs pela primeira vez a hipótese de em 1972 na revista revista Atmospheric Environment.
Essencialmente, mostra a Terra não como uma coleção de sistemas distintos, mas em um nível mais holístico. O nosso planeta e toda a vida nele é parte de um enorme sistema de auto-regulação.

Para Lovelock Gaia é  definida como:

"Uma entidade complexa envolvendo a biosfera da Terra, a atmosfera, os oceanos, e solo; a totalidade constituindo um sistema de feedback ou cibernético que busca um ambiente físico e químico ótimo para a VIDA neste planeta"
Assim, a vida e os efeitos colaterais da vida influenciam e são influenciadas pelo ambiente. Isso cria um mecanismo de feedback que é em grande parte auto-regulador. 
É interessante notar que uma vez que a vida na Terra começou o calor do sol aumentou em 25%. No entanto, em todo o tempo que a temperatura da superfície do real manteve-se quase constante. Isso sugere que deve haver alguma forma de mecanismo de controle.

A teoria Gaia sugere que o ambiente abiótico e biótico é composto de muitas inter-relações complexas;
Muitos destas inter relações são bastante delicadas e podem ser alteradas pela atividade humana para um ponto de ruptura.
A teoria sugere que os seres humanos devem aprender a respeitar Gaia, reduzindo a sua modificação intencional de componentes bióticos e abióticos da Terra.

                        James Lovelok e uma escultura de Gaia

Nosso planeta possui um tipo de inteligência organizada. Ele é muito diferente de nós. Ele teve cinco ou seis milhões de anos para criar uma mente que funciona lentamente, que é feita de oceanos, rios, florestas e gelo. Ele está se tornando consciente de nós, a medida em que nos tornamos conscientes dele. E porque a vida de um depende da vida do outro, temos um sentimento sobre essa imensa, estranha, sagaz, velha, neutra, esquisita coisa, e tentamos descobrir por que seus sonhos estão tão atormentados, e por que tudo está tão desequilibrado. 




Ame


Eu sou um leão de fogo
Sem ti me consumiria
A mim mesmo eternamente
E de nada valeria
Acontecer de eu ser gente
E gente é outra alegria
Diferente das estrelas...

De onde nem tempo, nem espaço

Que a força mãe dê coragem
Prá gente te dar carinho
Durante toda a viagem
Que realizas do nada
Através do qual carregas
O nome da tua carne...

Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Caetano


*fontes diversas, sem expressão total de seus conteúdos.





andrea.gaia

domingo, julho 29, 2012

Um Partido que vale a pena?


O Partido Pirata, criado na Suécia com objetivo de empenhar-se em causas como Internet Livre, direito ao acesso livre e gratuito de conteúdos culturais chega ao nosso Brasil.
Nessa excelente entrevista com o fundador do Partido  Rick Falkvinge veiculado pelo site Olhar Digital, explica o porque da luta pela comunicação livre e também como isso afetará o futuro das economias de países como o nosso.
A informação livre aumenta exponencialmente o poder do cidadão comum e faz com aqueles que nos representam saibam o que queremos, sem precisar de intermediários.
Só espero que, como outros partidos, não se deixe levar pelo fascinante poder que a politica trás e se transforme em mais uma decepção.

Como a esperança é a última que morre, tenho fé nessa causa.

Abaixo o vídeo com a entrevista. 

É realmente imperdível pra quem se importa com os destinos e o futuro da humanidade nos próximos anos.

domingo, maio 20, 2012

A viagem dos sonhos em 2012





Ano passado não viajei nas férias, estava exausta, não tinha companhia pra ir pra qualquer lugar,enfim, fiquei em casa torrando naquele calorão que fez no mês de outubro ou seria setembro? não lembro. 
Fiquei morgando aqui no meu cafofo(meu cantinho particular) curtindo do ócio.
Sou muito a favor de curtir o ócio.
A religião ocidental colocou na nossa cabeça que ficar a toa não presta, é pecado. O capitalismo completa: tempo é dinheiro, etc. Enfim a maioria das pessoas apregoa que ficar sem fazer nada é muito ruim.


Mas eu, do alto do meu atrevimento discordo totalmente.

Ficar a toa é bom, é bótimo. Você fica ali paradinho descansando o corpo e a cabeça e derrepente lá vem alguma ótima ideia que você não teria se estivesse muito ocupado.
Como diriam os mais sábios: é o ócio criativo.

Desse morgue do ano passado surgiram duas idéias pra lá de produtivas.
Primeiro resolvi dedicar a última semana para estudar e fazer a prova CPA20, considerada bicho papão no meu trabalho, mas útil no caso de querer dar um up grade na carreira. 
Como estudar assuntos relacionado a finanças e bolsa de valores não é uma coisa empolgante e a tal prova era muito difícil decidi que já que eu esta sem fazer nada ... aquela era a hora, ou ela nunca chegaria. 




Fazer coisas chatas, só se eu estiver morta de tédio. É um truque esperto pra aproveitar meus ataques de tédio.
Segundo, fiquei lembrando da Europa e de como eu tinha me divertido por lá com papá e joguei a isca: papys querido que tal no ano que vem a gente ir visitar a terra do seus avós, Clery e de quebra ir para a Irlanda que é um lugar que eu sempre desejei conhecer?





A pate da França foi fácil, lógico ele estava louco pra ir pra lá.
A Irlanda já era um caso diferente.
Irlanda? o que tem lá de especial, vamos pra Roma, lá eu tenho um amigo...., aliás ele tem um amigo em tudo que é lugar do mundo, rsrs, pessoa muito abençoada pela simpatia esse meu pai.

Aí eu tive que forçar, só vou se formos para Irlanda, afinal não se sabe se voltaremos a Europa outra vez, eu quero e faço bico, Irlanda ou nada.
Aproveitando-me do desespero do velhinho de ir para Clery, acabei vencendo e mais, acabei planejando a viajem toda.

Meu pai é um viajante descolado, já visitou o velho continente mas de dez vezes, tem amigo em tudo que é lugar.... mas é extremamente desorganizado.
Aí o que acontece é que: fazer uma viajem longa e por conta própria é que ela pode ficar mais cara do que você imagina e também pouco proveitosa.
Munida de todas as ferramentas que o Santo Google nos dá, comecei a fazer o planejamento dia a dia, fazer as reservas, comprar as passagens, tudo cuidadosamente planejado pra aproveitarmos ao máximo nossos dias de viagem e não desperdiçarmos passagens a toa.
Então de umas férias bobas e sem nada pra fazer, surgiu um planejamento de quase um ano, contactando amigos, montando cronogramas, pedindo pro chefe liberar as férias no dia certo.
Isso sim é que é plano! serão cinco semanas de viagem, mas que está rendendo ano a fora.
Toda vez que dá tédio, penso nela, toda vez que fico puta no trabalho(quase todos os dias, rsrs) eu penso nela.
Meu pai também ficou muito empolgado contactando os amigos, fazendo planos, liga aqui e dalí e a tal viagem rende assunto pras nós dois o ano inteiro.
Dia 24 começa contagem regressiva... faltam 90 dias.
Parece muito, mas passa voando.
Resolvi fazer um fotolog da viagem, já que me voy munida de todos gadguets nerds dos sonhos, e mandar uma foto de vez enquando é mais fácil do que ficar escrevendo, já que provavelmente não vou ter tempo de ficar escrevendo muito.
No roteiro consta:
1º : Munique e região da Bavária;
2° : Irlanda saindo da França de vapor(ui ui que medinho, nunca andei de navio);
3° : Paris 3 dias, Albertville e Clery (região dos alpes franceses);
4º  : Milão, Verona, Pádova e Veneza;
5º: De volta a Munique a pedido de Paul que fica muito feliz com nossa presença por lá. Ele costuma me levar pra algum lugar especial, então poderemos ter surpresas, delícia!;
6º: Porto, talvez Lisboa, e por último a Galícia- São Tiago de Compostela.
É um roteiro apertado e talvez dê uma canseira daquelas, mas eu já descansei  bastante o ano passado e esse ano tenho que gastar a energia economizada.
Mesmo com tanto planejamento compramos dias demais de Europass, fazer o que, mas voltar para Munique será ótimo.
Roma ficou pra trás outra vez, mas a Irlanda venceu!
Nada melhor do que um  projeto de longo prazo pra motivar pessoas entediadas e estressadas, hehe.







domingo, abril 29, 2012

A Liberdade está na Mente?


Tenho tido uns entreveros ultimamente.


Tudo por causa dela, minha musa inspiradora, que me faz gostar de viver : A Liberdade.

Questão aparentemente trivial ou por outro lado esotericamente filosófica dependendo de quem ouve.

Pra mim é questão fundamental. Viver sem amor e sem liberdade não é viver, é uma existência apenas.

Existir não é viver.

Existir é estar presente no plano material sem necessariamente estar realmente Vivo.
Eu conheço um montão de gente que existe e não vive. Passa pelo tempo adquirindo coisas, colecionando histórias sem  ter sequer a percepção das coisas.

Então a diferença entre viver e existir, pra mim, é a percepção da vida, dos outros, da história. Viver é estar presente de fato, interagindo com o mundo e com as pessoas conscientemente.






É aí que o Amor entra.

Ele é quem nos dá a percepção das coisas porque exige atenção. Não existe amor sem atenção.

Uma pessoa desatenta não consegue amar de verdade como o amor quer : incondicionalmente.

Pra ser incondicional tem que ser consciente ou haveria de querer de mais, exigir, tomar e deixaria de ser amor passando a ser apego.







Existem pessoas que se apegam as coisas e acham que estão amando. Apego não é amor, apego é carência, é a percepção de estar só no mundo. Por isso as pessoas se apegam, dá aquela sensação de estar acompanhado.

Sensação não é percepção, se fosse o apego se transformaria em amor.

Bom até ai mais ou menos certo.


A capacidade de amar é inata, já que precisamos sobreviver.


Se não se consegue amar de verdade, sempre tem o simulacro Apego pra disfarçar e a existência continua.

Já a Liberdade, essa é danada. Não é dada a todos, existe em muitas formas.
As vezes tem que ser conquistada, as vezes ela nunca vem.
O mundo moderno cada vez mais nos aprisiona em nossas necessidades e junto a isso exige que você abra mão  de um pouquinho de sua liberdade.

A vida hoje é pública. E não adianta ficar se esforçando para não ter seus preciosos dados, fotos, fatos, enfim, alguma coisa de sua vida terá um aspecto público devido a informatização.

O nome em uma lista de concurso, uma foto inesperada no perfil de algum amigo, notas da escola, etc.
Aquela liberdade de existir discretamente acabou. Fato e ponto.


Mas tem a liberdade interna, que briga pra viver.

Essa depende exclusivamente da vontade daquele que opta por viver ou por existir.

Na minha opinião não dá pra viver sem ela. Você consegue existir, seguir a manada, casar, comprar o carro novo, formar uma família, mas te juro nunca vai passar disso. Quem só existe evita a percepção, de forma que não ama, tem apego. Não cria coisas, apenas copia o que existe. Segue idéias pré estabelecida de como existir, ter dinheiro, sucesso.



O Amor exige Liberdade, pois sem ela não há escolha.


A Liberdade exige Percepção, não aceita qualquer receitinha de marketing simulando ser feliz, ser amado, Ser Tendo.

Sem Amor, Percepção e Liberdade ninguém  É, Existe apenas.











A doença do medo

OSHO



Existem diferentes formas de medo, aquele que tem uma razão de ser evidente, quando nossa vida está sendo diretamente ameaçada, e o medo como manifestação de uma doença psicológica.

Neste caso, o medo não se apresenta como reação a uma ameaça real, concreta e imediata, mas é simplesmente resultado de um estado de preocupação, ansiedade, ou tensão bastante elevados. Sente-se medo de que algo possa acontecer, ou seja, desencadeia-se um estado de pavor simplesmente baseado em uma mera hipótese.

Lutar contra este tipo de medo pode parecer fácil, a principio, visto que não existe qualquer perigo direto, porém, não é uma tarefa tão simples. A mente, ao fixar-se na probabilidade de que algo ruim possa acontecer, gera um desequilíbrio não apenas no nível das emoções, mas também no corpo físico, trazendo como conseqüência doenças reais que podem comprometer a possibilidade de uma vida normal.

Não é de se admirar que nos dias que correm tantas pessoas sofram da chamada síndrome do pânico, uma doença que se caracteriza por um medo difuso, sem causa concreta, que surge como conseqüência de um estado de ansiedade extremamente grave.

A violência que nos é apresentada diariamente nos noticiários de TV só faz agravar ainda mais o estado de paranóia das pessoas que possuem uma tendência a desenvolver esta doença. Evitar o contato com este tipo de programa é a melhor demonstração de amor que elas podem fazer por si mesmas.

Mas o tratamento inclui muitas outras atitudes. O primeiro passo é observar, de modo isento, como a mente atua para gerar o estado de pânico. Sempre que alguém se sentir tomado por esta sensação de pavor, inicialmente deve manter a respiração sob controle, diminuindo o ritmo das inspirações e das expirações. O medo, assim como a raiva, não se sustenta num estado de relaxamento do corpo e da mente.


É fundamental que no dia-a-dia, antes que uma crise se apresente, treine-se a consciência do ato de respirar e, a seguir, se observe a mente, para perceber o seu mecanismo e como os pensamentos negativos tentam impor algo totalmente imaginário como se fosse real.

A meditação tem sido experimentada com sucesso como forma de manter sob controle a ansiedade e os sintomas do pânico. A terapia com as essências florais, bem como a terapia psicológica, principalmente a que trabalha com a liberação de conteúdos emocionais inconscientes, também são de grande ajuda.

Somente a atenção permanente sobre si mesmo permitirá perceber de modo claro quando o desequilíbrio estiver se instalando, e sair em busca de ajuda para libertar-se da doença do medo.

(...)
Observação é meditação... A qualidade da observação, a qualidade de estar consciente, alerta - é isso o que é meditação. 

Lembre-se de uma coisa: meditação significa consciência. O que quer que você faça com consciência é meditação... O caminhar pode ser uma meditação, se você caminha alerta... Ouvir os pássaros pode ser uma meditação, se você ouve com consciência. Simplesmente ouvir o barulho interior da sua mente pode ser uma meditação, se você permanece alerta e observador. A questão toda se resume em não se mover atormentado. Então o que quer que você faça é meditação. 

O primeiro passo para a consciência é tornar-se muito atento ao seu corpo... E, à medida que você vai se tornando consciente, um milagre começa a acontecer: muitas coisas que você costumava fazer antes, simplesmente desaparecem; seu corpo se torna mais relaxado, seu corpo se torna mais harmonizado. Uma paz profunda começa a prevalecer até mesmo no seu corpo: uma música sutil pulsa em seu corpo. 

Depois então, comece a se tornar consciente de seus pensamentos; o mesmo tem que ser feito com os pensamentos. Eles são mais sutis do que o corpo e, naturalmente, mais perigosos também. E quando você se torna consciente de seus pensamentos, você fica surpreso com o que se passa dentro de você. Se você anotar o que quer que passe em sua mente em qualquer momento, você nem pode imaginar que grande surpresa o espera. 


Você não acreditará que tudo isso está se passando dentro de você. 
E, depois de dez minutos, - você verá a mente louca que existe dentro de você! Como você não está alerta, toda essa loucura vai se movendo como uma corrente subterrânea. Ela afeta o que quer que você esteja fazendo, afeta o que quer que você não esteja fazendo; afeta tudo. E a soma total vai ser a sua vida! Assim sendo, esse homem louco tem que ser transformado. E o milagre da consciência é que você não precisa fazer nada exceto apenas tornar-se alerta. 

O próprio fenômeno de observar a mente, a transforma. Pouco a pouco o homem louco desaparece, pouco a pouco os pensamentos começam a cair em um certo padrão; seu caos não existe mais, eles se tornam mais como um cosmo. E então, novamente, prevalece uma profunda paz. E quando seu corpo e sua mente estiverem em paz, você verá que eles estão sintonizados um com o outro, há uma ponte...
Pela primeira vez há acordo, e esse acordo ajuda tremendamente a trabalhar o terceiro passo que é tornar-se consciente dos seus sentimentos, emoções, humores. 

Esta é a camada mais sutil e a mais difícil, mas se você puder estar consciente dos pensamentos, então basta apenas mais um passo. Uma consciência um pouco mais intensa é necessária, e você começa a refletir seus humores, suas emoções, seus sentimentos. Uma vez que você ganhou consciência em todos esses três passos, eles se juntam todos em um fenômeno. 

E quando todos esses três se tornam um - funcionando juntos perfeitamente, zunindo juntos, você pode sentir a música de todos três; eles se tornam uma orquestra - então, o quarto, aquilo que você não pode fazer, acontece. Acontece por sua própria conta. É um presente do todo, e uma recompensa para aqueles que passaram por esses três. 


E o quarto é a consciência definitiva, que o torna a pessoa acordada. Ela torna-se consciente da própria consciência - este é o quarto...
O corpo conhece o prazer, a mente conhece a felicidade, o coração conhece a alegria; o quarto conhece o êxtase. 

A coisa importante é que você seja um observador, que você não tenha se esquecido de observar, que você vá observando... observando.... observando. 
E, pouco a pouco, à medida que o observador se torna cada vez mais e mais sólido, estável, seguro, uma transformação acontece. As coisas que você esteve observando desaparecem. Pela primeira vez, o próprio vigia se torna o vigiado, o próprio observador se torna o observado. Você chegou em casa.

Osho, Meditação, A Primeira e a Última Liberdade.




domingo, julho 31, 2011

Yoga, um estilo de vida, um jeito de viver bem.


A palavra yoga vem do sânscrito e significa jungir ou juntar, unir ou comungar. 
Algumas pessoas acreditam que a prática da yoga se reduz a uma série de exercícios ou posturas, que em sânscrito se chamam ásanas, que ajudam na flexibilidade e qualidade muscular.






Elas não estão erradas, mas yoga é muito mais do que isso. 
O yoga nos conduz ao verdadeiro caminho de união da nossa vontade com a vontade do próprio Universo.





Yoga nos ensina a concentração, a disciplina do corpo, do intelecto, da mente, das emoções, e, principalmente, da vontade. 

Escolher o yoga é uma atitude da alma, como um chamamento. 
Praticar o yoga é muito mais do que fazer malabarismos com o corpo. 

Yoga é uma atitude, uma filosofia de vida que engloba, além dos ásanas, o treinamento e controle da respiração, dos desejos, uma preocupação severa com a alimentação e o aprendizado da meditação e uso de mantras.

Isso quer dizer que a prática regular da yoga, nos acalma, aquieta nossa mente e relaxa nosso estado de espírito. 
O praticante encontra dentro de si a paz que sempre esteve lá, mas impedida de se expressar. 


O Yoga nos liberta da dor, da tristeza, da depressão, sem falar em outras enfermidades como a hipertensão, obesidade, problemas digestivos e muitos outros males. Nos promete longevidade e juventude, nos coloca longe da fadiga e da dor

A verdadeira prática da yoga é a escolha de uma filosofia de vida que engloba a busca do equilíbrio e da paz através do autocontrole, do autoconhecimento e da percepção.  

Em seu aspecto mais comum é o caminho prático e natural para a integração e harmonia de nossa essência interior com o mundo externo e com o próprio universo. 

Tais momentos podem ser caracterizados como nascer do sol ou como uma borboleta que pousa sobre uma flor. 
São momentos únicos, indescritíveis e que dificilmente podem ser traduzidos em palavras.




Saiba alguns dos benefícios que a pratica de ioga pode trazer a sua saúde

Primeiro: deixa os seus músculos fortes. Pois, ao contrário do que muita gente pensa que o Yoga é só uma técnica de relaxamento, ela trabalha cada pedacinho do seu corpo, por conta disso que diversas academias espalhadas pelo Brasil já adotaram o Yoga como grade de aulas. Comparado com uma sessão de musculação os benefícios é infinitas vezes mais benéfico, já que beneficia o corpo como um todo fortalecendo e alongando os músculos. Além de fortalecido seu corpo se torna harmonioso equilibrado e flexível.



Outro beneficio do Yoga é um maior conhecimento do próprio corpo. Com o passar do tempo de aprendizagem do Yoga, o praticante começa a conhecer cada característica do seu próprio corpo, assim consegue detectar com mais facilidade os sinais de tensão muscular, tornando-se capaz de controlar as situações de estresse. Como por exemplo, percebendo com mais facilidade postura errada que mantemos, podendo assim evitá-las.


Outro motivo para você começar a praticar Yoga são os quilinhos a menos na balança, já que dependendo da modalidade da técnica, centenas de calorias são queimadas. 
Por exemplo, a modalidade Power Ioga e a Ashtanga Vinyasa Ioga são as que mais queimam calorias, já que se trata de técnicas que combinam sequências de posturas aleatórias com a respiração dinâmica e também séries de movimentos com graus crescentes de dificuldade. Em aulas enérgicas a pessoa pode perder em média 600 calorias. 




E diversas outros são os benefícios que o Yoga pode trazer, um coração em paz, uma elevação do astral, é também um calmante natural, mais alegria e melhor convivência com outras pessoas. O praticante passa a ter mais clama e saber lidar com as situações estressantes.






Viva positivamente

A vida é uma tragédia quando vista de perto
e uma comédia quando vista de longe.
Charles Chaplin



Na antiguidade, o riso era tido como a expressão maior da suprema liberdade. O humor pode até ser matéria que se prepara com antecedência, mas só se consuma em comunhão com instante. Comédia é sempre ao vivo, ainda que estejam gravando. Talvez por isso chamem a habilidade para fazer a graça de “presença de espírito”.

O humor é de certa forma, como afirmou Freud, a percepção sublimada das tragédias humanas. E quando você vive o humor no cotidiano, descobre mais graça na vida.

Já o indiano Shree Rajneesh diz que a vida é, em si, uma piada cósmica (rsrs). Loucura ou não ele afirma “leve a vida a sério e você continuará a perdê-la – a vida só é compreendida por meio da risada.”

A comicidade é um elixir para o corpo, serve para aliviar nossas tensões do dia a dia, espantar o medo e colorir a vida. Então aproveite para rir muito, porque o riso é capaz de trazer mais encantamento aos nossos dias!





Sita Sings the Blues





Duas estórias, uma tragédia antiga e uma comédia contemporânea, embaladas por música indiana e jazz melancólico compõem SITA SINGS THE BLUES
Uma deliciosa animação de Nina Paley que combina vários estilos visuais, humor e folclore.
Narrada por três hilários bonecos de sombras, a fita oscila entre os dramas de Sita e Nina, embaladas pela mitologia hindu do épico “Ramayana”. 
Sita é uma deusa antiga separada de seu amado senhor e marido, Rama. Nina é uma animadora cujo marido se muda para a Índia e logo em seguida a dispensa por email.
A narrativa funde várias técnicas que facilitam a compreensão da estória. 
A narração fica por conta de três divertidos marionetes que proporcionam algumas das melhores gargalhadas do filme, ao misturarem os relatos da lenda com suas próprias opiniões pessoais e é filmada usando animação fotográfica.

 A lenda de Sita utiliza pinturas semelhantes ao estilo tradicional indiano, enquanto o conto (autobiográfico) de Nina usa o “squigglevision”, uma técnica onde as formas são criadas de 

forma a tremerem e ondularem.



Já as partes musicais, onde Sita ensaia canções da artista Annette Hanshaw, baseia-se um estilo gráfico repleto de figuras geométricas.

SITA SINGS THE BLUES é um verdadeiro amálgama de estilos e gêneros que resulta num filme lindíssimo e bem-humorado. É ousado também… A distribuição é exclusiva pela internet em arquivos mp4. 
Seria esse o futuro do cinema?

Sita Sings the Blues é, muito além de uma competente animação de uma rica cultura milenar e atual, um manifesto pela cultura livre.


Assista o filme inteiro no YOU TOBE, ou faça o